sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Eu Creio... (minha religião) QUEM SOMOS???


Pois também eu te digo que tu és Pedro e sobre esta pedra edificarei a minha igreja (Kehilah), e as portas do hades não prevalecerão contra ela." Mateus 16:18


A Congregação (Kehilat Israeli)


Cremos ser a Kehilah (Congregação) um corpo composto de israelitas naturais que abraçaram a Nova Aliança do Eterno (profetizada em Jr 31:31; Ez 36:26, 27; Joel 2:28, 29) e de gentios que se converteram e renunciaram a seus deuses e religiões unindo-se a D-us e ao Seu povo Israel, tornando-se membros da família de D-us e tendo por cabeça o Mashiach prometido, Yeshua (Senhor Jesus, o Messias). Ao mesmo tempo, é a Comunidade de Israel, ou seja, um povo que cultiva tradições e liturgia da Kehilah judia do primeiro século. Sua missão é pregar as boas novas das promessas feitas a nosso pai Abraão; da vinda do Mashiach para ocupar o trono de Davi em Jerusalém (terrena), no reinado milenar de transição da Terra e implantar o Reino Eterno, o mundo vindouro.
A Kehilah, a exemplo de Judá no tempo do cativeiro babilônico, se descaracterizou pela apostasia e a mescla com os costumes e práticas religiosas pagãs, que começou logo após a morte dos apóstolos e teve seu ápice na união com Constantino, no IV século. Felizmente, um remanescente desta mesma Kehilah, guardado por D-us a partir do 4º século, tem ultimamente resgatado suas raízes de noiva judia do primeiro século e estado a restaurar a liturgia, a forma de adoração e as tradições de nosso povo Israel que aceitou a Nova Aliança. Judá teve que fazer um grande concerto com o Eterno para que Esdras e Neemias pudessem restaurar o culto. Não obstante à medida que avançamos em nossa teshuvah, em busca do aperfeiçoamento, vamos nos distanciando do protestantismo, que de certa forma nos serviu de referência; estamos nos sentindo mais próximos de nossas raízes, mais israelitas e percebendo que Yeshua (Jesus), que é judeu, hoje já pode descobrir a face de Sua noiva e a reconhecer.
A Kehilat Elohim não é uma Congregação envolvida com o paganismo da religião romana e com a reforma protestante do século 16. Por isso, o que antes tinha tomado emprestado do protestantismo, não lhe foi difícil abandonar. Teshuvah para nós, nada mais é que assumirmos as características que tínhamos nos dias de Yeshua.




Para mais informações, visite:

www.israelitas.com.br

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

BON BINI A HOPI HARI!!!


Existem várias interpretações para o surgimento de Hopi Hari, mas nenhuma apresenta provas que possam ser consideradas verdadeiras. Uns contam que Hopi Hari nasceu como um presente que o grande Hopi, deus da alegria e sobrinho de Zeus, deu para sua amada Hari, deusa da aventura.
Outros afirmam que Hopi Hari é o lugar onde os viajantes do tempo descansam e vivem a vida. E alguns mais místicos ainda, crêem que Hopi Hari seria uma colônia de férias de extraterrestres superiores que habitam a Via Láctea.



A CONSTRUÇÃO DA CAPITAL
Hopi Hari tornou-se um país lindo e precisava ter uma capital. Então foi determinado um local para a construção e começou a preparação do terreno. Neste momento, uma grande surpresa aconteceu. Durante as escavações, descobriu-se um inacreditável sítio arqueológico, cheio de pirâmides, tumbas e "Katakumbas". Essa região misteriosa foi chamada de MISTIERI e é nela que encontra-se a Montezum, a quinta maior montanha-russa de madeira do mundo. Com 1.200 m de extensão e 105 km/h de velocidade, ela garante fortes emoções com suas curvas acentuadas. Imagina-se que a Montezum é branca porque foi construída com ossos de dinossauro!!


Por isso, o projeto da capital foi transferido para um dos mais belos recantos de Hopi Hari, a fronteira norte-nordeste, junto ao grande lago.
Depois de pronta, a capital ficou o máximo! Lá tem de tudo. Tem o maior restaurante de Hopi Hari, o Chevrolet Mundi e, para radicalizar, há o looping do Katapul e o vôo delirante do Hadikali.
A capital recebeu o nome de ARIBABIBA que quer dizer "viva a vida com alegria", a idéia que resume a filosofia de vida dos seus cidadãos, e de todos os hópius e hópias.
WILD WEST

Afastada das outras regiões de Hopi Hari, fica Wild West.
Contam que um dia um hópiu estava lá no Rio Bravo pescando, quando descobriu uma pepita de ouro. No dia seguinte o mundo inteiro já estava sabendo. A notícia chegou aos Estados Unidos, no Oeste americano.
Não deu outra. Arrumaram as carroças, fizeram um comboio para Hopi Hari e se estabeleceram ao lado de Kaminda Mundi.
Eles têm xerife, dançam cancã no Saloon e duelam na rua. Têm até idioma próprio, o gringo, um dialeto que mistura o inglês e o hopês.
Agora que você já sabe a história do Kantri (país), venha viver sua história divertida em Hopi Hari. Miro bo ni Hopi Hari!

IMIGRADERO

Hopi Hari é um país com bandeira, hino, costume, idioma, habitantes e até capital própria. Ainda na estrada, você cruza a fronteira de Hopi Hari. Prepare-se, ali já começa a aventura. Para ingressar em nosso país você atravessa o Imigradero, um grande portal de entrada e ganha imediatamente um carimbo com o símbolo de Hopi Hari em sua mão. Você é recebido com o hino de Hopi Hari, com muito riso e alegria. Tudo isso para registrar sua chegada ao país mais divertido do mundo.
















sábado, 5 de dezembro de 2009

Fãs de TWILIGHT

A maior história esse fim de semana, pode não ser somente como Lua Nova é incrível – terá provavelmente muito sobre o novo físico de Taylor Lautner.Alguns fãs ainda disseram que os músculos foram vencedores e as fizeram mudar suas alianças de TEAM Edward para TEAM Jacob.“Incrível! Deixe-me dizer, acho que essa foi provavelmente a melhor parte do filme – vê-lo quase nu o filme inteiro” Stephanie disse a MTV News depois de assistir a estréia de Lua Nova á meia noite em NYC.Outras fãs não apenas amaram os músculos, mas também o novo corte de cabelo de Jacob, que está curto. “Taylor definitivamente roubou a cena” outra fã disse. “Isso foi tudo sobre Taylor”.


Fãs adolescentes garantem o sucesso de Lua Nova





Vamos ser sinceros. Por mais que a crítica especializada venha descendo a lenha em “Lua Nova”, continuação do mega sucesso “Crepúsculo”, ambos baseados em livros da autora mórmon Stephenie Meyer, o sucesso do filme está garantido. As fãs adolescentes e suas mães já adoraram o filme bem antes de vê-lo.
Se no primeiro o êxito de bilheteria veio do boca a boca adolescente, neste os produtores tiveram mais tempo para preparar o terreno: desenvolveram grande campanha de marketing, levaram os astros a vários países e contaram com a produção e comercialização de inúmeros produtos oriundos da franquia.



O resultado: a melhor estreia cinematográfica de todos os tempos com US$ 72,7 milhões num único dia (incluindo exibições à meia noite e pré-vendas), desbancando “Batman – O Cavaleiro das Trevas”, que havia conseguido US$ 67,2 milhões no seu primeiro dia de exibição em 2008 – se levarmos em consideração o final de semana de estréia dos dois filmes, entretanto, “Lua Nova” fica em segundo lugar, tendo alcançado US$ 142,8 milhões, enquanto Batman faturou mais de US$ 158 milhões.
Pra quê todo esse papo de bilheteria? Simplesmente porque o público, mais do que nunca em casos de franquias estabelecidas como essa ou “Harry Potter”, pouco se importa se o filme é ruim. Trata-se de um filme para as fãs, que amaram o primeiro, leram os livros e acompanharam cada migalha de hype jogada pelo estúdio na trilha que leva direto às salas de cinema.



Depois que Bella (Kristen Stewart), a mocinha, escapou de um vampiro do mal, ela tenta definir seu relacionamento com Edward Cullen (Robert Pattinson), o vampiro bonzinho. Mas, mesmo sem saber, ela também despertou o coração de Jacob (Taylor Lautner), que agora passa pelo processo de transformação para virar um lobisomem.
A trama tem início quando a família de Edward realiza uma festa pelo aniversário de Bella, que, ao abrir um presente, corta a mão. O sangue leva um dos membros da família Cullen a ir pra cima da moça, que é salva por Edward. O incidente faz o Edward temer pela vida da amada, e por isso decide se afastar, sumir do mapa, deixando-a em estado de depressão. Com o tempo, Bella aproxima-se de Jacob e descobre a verdadeira natureza do amigo.



Apesar de contar com diretor diferente de “Crepúsculo”, Chris Weitz, que tem experiência em cinema fantástico (realizou o fraco “A Bússola de Ouro”), “Lua Nova” repete alguns problemas da produção de 2008 e ainda subestima a inteligência do espectador. Um exemplo é a cena em que a câmera dá voltas em Kristen Stewart, quando essa lê dentro do quarto. O diretor aproveita para mostrar a evolução do tempo por meio das mudanças de estação pela janela. Tal cena seria interessante, se Weitz não colocasse também letreiros para indicar a passagem dos meses.
O trio protagonista formado por Pattinson, Stewart e Lautner é mediano. O primeiro é apático, fator evidenciado pela construção de seu personagem fraco e egoísta, que promete desaparecer e fazer Bella nunca mais lembrar dele, mas volta e meia faz aparições para controlar as decisões da menina (chato é pouco); a segunda, apesar de bonita, mantém a mesma expressão o tempo todo; e o último tomou tanto anabolizante para o novo filme que os detratores já o comparam ao Hulk, pelo rosto um tanto deformado após ficar bombado.


Salvam-se as presenças rápidas de Michael Sheen, que já atuou numa franquia sobre vampiros e lobisomens (“Anjos da Noite”), e Dakota Fanning, que surge em cena mais bonita que o habitual, mas pouco tem a fazer como uma vampirinha que faz outros da mesma espécie sentirem muita dor.
A maquiagem continua falha, ao ponto de ser possível perceber, nos vampiros, a linha no pescoço dos atores entre brancura e a pele natural. Enquanto isso, o roteiro se perde entre a tentativa de criar o conflito entre os dois amores de Bella e inserir um novo perigo no final, com os vampiros malvados da Itália. E mal utiliza a personagem Victoria, cuja vingança pelo namorado morto no primeiro filme fica para o próximos longa da série.




Ao menos os efeitos especiais deram uma melhorada e há mais ação, inclusive com boas doses de adrenalina, quando Bella tenta impedir Edward de se revelar ao público. É essa sequencia que impede “Lua Nova” de decepcionar quem não comprou o hype.
Mesmo com todos os defeitos, “Lua Nova” deverá agradar em cheio as meninas que colecionam tudo que o estúdio regurgita dos atores bonitões. E ainda que mantenha um subtexto casto, que defende a virgindade, não deixa de divertir quem presta bem atenção nos suspiros da mocinha. Ela deixa a impressão que está a fim mesmo é de um ménage a tròis com vampiro e lobisomem. Será que a donzela realmente é tão indecisa quanto parece?
ASSISTAM QUE É D+!!!!!!
BJO BJO